Legião Capa-preta retorna após 40 anos e vira peça importante no acesso

Eles não entraram em campo, mas tiveram participação importantíssima na campanha que levou o Rio Branco de volta à elite do futebol capixaba. Não são jogadores, nem dirigentes: são pessoas de diferentes idades e origens, com algo em comum: o amor pelo Capa-preta.

E foi esse amor que fez essa seleção de apaixonados aceitar o desafio de reviver a Legião Capa-preta, grupo de alvinegros fanáticos criado na década de 1960 com um grande objetivo: ajudar o clube fora das quatro linhas.

A Legião Capa-preta nasceu originalmente em 1962, quando o presidente Manoel Ferreira tomou posse. Além de formar uma diretoria com nomes respeitáveis na época, ele fundou uma associação com pessoas ligadas mais intimamente às diretorias, para possibilitar uma retaguarda econômico-financeira a sua administração. O grupo foi fundamental durante 16 anos, sendo finalizado em 1978.

A ideia do presidente César Costa, ao assumir o clube em fevereiro deste ano, foi semelhante: juntar alvinegros apaixonados e de confiança. E deu certo. Nos momentos mais difíceis durante a campanha na Série B do Campeonato Capixaba, o grupo Legião Capa-preta, formado por cerca de 60 torcedores, bradou o trecho do hino que diz: “Meu Rio Branco, de mim dependendo para seguir em frente nunca direi não”. E eles jamais disseram não.

E por toda essa ajuda incondicional, o Rio Branco Atlético Clube só tem a agradecer a esses honrosos torcedores. Provamos, definitivamente, que Juntos Somos o Gigante! E sempre seremos! Durante a semana, faremos uma série de postagem com agradecimentos aos que foram importantes nessa caminhada.

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