Série “Capixabão 2010: Dez anos” (Capítulo 1 ao 5)

O histórico título do Capixabão 2010 completa 10 anos. Para comemorar o aniversário da conquista, que pôs fim ao longo jejum, o clube realizou uma série de publicações nas redes sociais relembrando momentos essenciais para o título!

Confira os cinco primeiros capítulos

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A base vencedora (Capítulo 1)

A conquista do Capixabão 2010 começou a ser escrita dois anos antes, em 2008. Foi quando o técnico Giuliano Pariz começou a montar o elenco para a Copa ES daquele ano.
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Chegaram ao clube jogadores como Humberto, Evandro, Caio e o meia Ronicley, vindo do Tupi-MG. O time já contava com Hélder e Wedson Pipoca. No ano seguinte, se juntaram ao elenco Walter, Johnatan, Guaçuí, Breda e Gil Baiano.
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Com eles, o Rio Branco foi vice-campeão três vezes consecutivas (Copa ES 08/09 e Capixabão 09), mas a história estava reservada para esses atletas. E que história!
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📸Kadidja Fernandes/ A Tribuna

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A desconfiança vira chuva de gols (Capítulo 2)

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O retrospecto era positivo quando a temporada começou: três finais seguidas e bom desempenho dentro de campo. Mas a desconfiança vinda das arquibancadas era grande e, de certa forma, justificável. Afinal, a torcida capa-preta já estava cansada de ver o time batendo na trave campeonato após campeonato.

Mas bastou a bola rolar para o Brancão provar em campo que a história seria diferente dessa vez. Logo na estreia, vitória maiúscula em cima da Desportiva: 4 a 2 com direito a hat-trick do atacante Juca, que viria a ser o artilheiro da competição, com 15 gols.
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O jogo da segunda rodada também entrou para a história. Jogando no Sumaré, em Cachoeiro de Itapemirim, a equipe alvinegra venceu o Espírito Santo por 14 a 2. Juca marcou cinco vezes e Ronicley fez três. Humberto (2), Eduardo (2), Helder e Johnatan fizeram os outros.
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📷 Leonardo Bicalho/ A Tribuna

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O reencontro traz a liderança isolada (Capítulo 3)

Quando entrou em campo pela terceira rodada para enfrentar o São Mateus, o Rio Branco ainda tinha na memória a final do ano anterior. Diante da mesma equipe, em 2009, o Brancão havia vencido o primeiro jogo da decisão por 2 a 1 e empatado o segundo em 2 a 2, perdendo o título nos tribunais, após uma confusão entre os jogadores.

Mas o reencontro em 2010 tratou logo de mostrar aquilo que 2009 já havia deixado claro: a superioridade da equipe capa-preta. Jogando no estádio Salvador Costa, o Rio Branco venceu o São Mateus por 2 a 1 e se isolou na liderança do Capixabão, com três vitórias em três jogos. Juca e Rincon (contra) fizeram os gols.

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A força de uma nação (Capítulo 4)

A conquista histórica de 2010 teve um personagem importante fora das quatro linhas: o torcedor capa-preta. Presente ao lado do time mesmo durante o longo jejum, a torcida se fez presente mais uma vez e deu show nas arquibancadas.

O Rio Branco chegou a levar ao estádio o dobro de torcedores de alguns rivais. Na primeira fase, por exemplo, a torcida alvinegra teve o recorde de público da rodada em oito dos nove jogos que o Brancão fez em casa.

Mas a “simples presença” não foi o único fator fundamental. Naquele ano, não faltou apoio, mesmo quando as coisas não iam bem dentro de campo. Aquele apoio incondicional, durante 90 minutos, empurrou o time e deu o gás necessário em busca da taça.

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Pedras no caminho do campeão (Capítulo 5)

A superação está no DNA capa-preta. E na campanha de 2010 isso não foi diferente. No caminho para a conquista histórica, o Rio Branco também passou por dificuldades e precisou superar grandes desafios para levantar a taça.

Após um início arrasador, o time alvinegro amargou resultados negativos. A queda de rendimento ficou evidente e  a cobrança da torcida veio forte. O clima já não era tão bom. Faltava algo.

O técnico Giuliano Pariz – responsável pelo sucesso até então – não era culpado, mas também não conseguiu reverter o clima pesado. Após uma derrota para o Linhares (foto), o treinador foi desligado do clube. E a solução veio do Rio de Janeiro, com um velho conhecido que iria mudar o rumo daquela história.

📷 Marcelo Andrade / A Tribuna

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